quarta-feira, 8 de março de 2017

Prefeituras dos trechos 1 e 2 cobram da Codhab soluções sobre as retiradas de moradores das galerias.

 SOL NASCENTE MELHOR.
Prefeituras dos trechos 1 e 2 cobram da Codhab  soluções sobre as retiradas de moradores das galerias.

Prefeituras dos trechos 1 e 2 se reúnem com arquitetos e técnicos da Codhab para discutir os problemas que afetam diretamente os moradores que residem em cima das galerias, ´´ exigimos o acompanhamento das prefeituras em todas as situações que envolvem retiradas dos moradores conforme acertamos com o governador na reunião realizado no Buriti! Exclamou a prefeita do trecho 2 Ivanete Oliveira. Os problemas de remoção e realocamento de moradores pairam sobre os 3 trechos do Sol Nascente, sendo preciso que se faça um estudo detalhado e cauteloso, pois existem famílias que já moram há mais de 10 anos nos locais e algumas tem até mesmo escritura do imóvel, o prefeito do trecho 1 Pedro Barros sugeriu a transferência de 19 moradores das galerias para uma área cuja destinação seria para uma escola de educação infantil no setor, mas que, no entanto não seria de interesse da regional devido já ter uma área com destinação para escola próxima à quadra 501 atrás da fazenda recreio, segundo Pedro Barros e Ivanete Oliveira, tirar as famílias e dar apenas o auxilio aluguel ou coloca-las no rabo da fila da Codhab é tirar delas um pedaço de seus sonhos construídos há muito tempo, ´´iremos acompanhar todo o trabalho para garantir a todas as famílias o direito de receberem o lote em  outro local apropriado sem maiores transtornos! `` Afirmou Pedro Barros. Em reposta os representantes da Codhab resaltaram que estão avaliando cada caso para assegurar o direito dessas famílias para não haver injustiça na hora do realocamento garantindo transparência na realização dos trabalhos. Contudo para os representantes das prefeituras que defendem os interesses dos moradores é preciso ter garantias das promessas cumpridas nos acordos, o que não vem sendo honrado devido às remoções feitas pela Agefis, defesa Civil e outros órgãos sem avisar nada para as prefeituras, simplesmente chegam e agem com autoridade e truculência, a reunião no posto da Codhab trecho 1 durou mais de duas horas e haverá outras até resolver todos os impasses. Estavam presentes sobre a mesa o engenheiro da Codhab Edson Cordeiro; a arquiteta responsável Lucélia, o gerente de mobilização Rafael Venuto, o assessor pleno Vitor Ramon, o gerente de condomínio da administração de Ceilândia; Ed Lima, o prefeito do trecho 1 Pedro Barros, da prefeitura do trecho 2 Ivanete Oliveira, os vereadores Pablo e João Freitas e alguns moradores do setor. Reportagem Mario Lima



















  

domingo, 5 de março de 2017

Brasil assumiu risco alto ao apoiar negócios da Odebrecht em Cuba.

Brasil assumiu risco alto ao apoiar negócios da Odebrecht em Cuba

Lula Marques - 24.fev.2010/Folhapress
O líder cubano, Raúl Castro, e o então presidente Lula durante visita ao Porto de Mariel
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Em 23 de fevereiro de 2010, Luiz Inácio Lula da Silva chegou a Havana para um encontro com dois velhos amigos. Coube a Raúl Castro receber o presidente brasileiro para jantar, porque, com a saúde debilitada, seu irmão Fidel só poderia vê-lo no dia seguinte.
O clima era de cordialidade, mas eles tinham um assunto difícil para tratar: um novo empréstimo de US$ 230 milhões do BNDES para concluir o porto de Mariel, obra da construtora Odebrecht, que mais tarde se tornaria alvo da Operação Lava Jato.
Editoria de Arte/Folhapress
Onde ficam o porto e Mariel e o aeroporto de Havana
Depois de muita negociação, brasileiros e cubanos haviam chegado a um impasse sobre o financiamento. Naquele jantar, Lula ouviu os argumentos de Raúl e ignorou as recomendações dos técnicos brasileiros, dando seu aval ao empréstimo milionário.
Os técnicos do comitê interministerial que avalia os financiamentos para exportações brasileiras tinham dúvidas sobre a viabilidade de Mariel, por causa do embargo americano contra a ilha.
Além disso, Cuba oferecia como garantia do empréstimo receitas futuras do próprio porto e queria manter o dinheiro na ilha, o que deixava os técnicos inseguros.
A recomendação do comitê, conhecido como Cofig, era que a garantia fosse depositada no exterior, para que o Brasil pudesse resgatá-la sem a anuência de Cuba em caso de calote. Os cubanos se opunham à exigência, por causa da escassez de dólares no país e do medo de que os recursos da garantia fossem confiscados pelos Estados Unidos.
Folha reconstituiu as negociações com informações de atas das reuniões do Cofig, obtidas com ajuda da Lei de Acesso à Informação, telegramas enviados pela embaixada em Havana ao Itamaraty e entrevistas com pessoas que participaram das conversas e pediram anonimato.
DESCONFORTO
Os documentos indicam que as pressões políticas para liberação dos financiamentos para os projetos da Odebrecht em Cuba alimentaram crescente desconforto na área técnica do governo, principalmente após a chegada de Dilma Rousseff à Presidência.
Na visão do governo Lula, o processo de abertura econômica em Cuba criava oportunidades para as empresas brasileiras e a queda do embargo comercial imposto pelos EUA era questão de tempo, tornando necessário que elas se posicionassem antes de rivais de outros países.
Nos governos Lula e Dilma, os financiamentos brasileiros para Cuba saltaram de apenas US$ 90 milhões para US$ 1,34 bilhão, incluindo empréstimos do BNDES e também do Banco do Brasil.
Antes da chegada do PT ao poder, o apoio à ilha se limitava a um empréstimo rotativo para compra de comida, iniciado no governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB).
O porto de Mariel é o resultado mais vistoso do projeto iniciado no governo Lula. Consumiu US$ 682 milhões em financiamentos do BNDES em condições camaradas. Foram cinco parcelas, com 25 anos para pagar, o maior prazo já concedido pelo banco estatal, e juros artificialmente baixos por causa dos subsídios garantidos pelo Proex (Programa de Apoio à Exportação).
Editoria de Arte/Folhapress
Juros pagos por Cuba
Juros pagos por Cuba
Conforme revelam os contratos entre o banco estatal e Cuba, obtidos pela Folha, os juros cobrados para os empréstimos do porto variam de 4,4% a 7% ao ano. Sem o apoio do governo, eles teriam ficado mais altos.
O Tesouro aprovou uma taxa de "equalização" de 2,5% ao ano por meio do Proex em quase todos os financiamentos destinados a Cuba, incluindo o de Mariel. Com o Proex, o governo transfere recursos para que o BNDES reduza os juros dos empréstimos sem pôr em risco sua saúde financeira. As obras do porto consumiram US$ 167 milhões em subsídios do Tesouro.
GARANTIAS
As garantias dos empréstimos também pareciam frágeis para os técnicos. Com uma dívida de US$ 11 bilhões com credores estrangeiros, Cuba é um dos países com pior risco de crédito do mundo e não consegue oferecer garantias tradicionais, como cartas de fiança bancária.
O Proex permite contornar essa dificuldade, porque os empréstimos do BNDES são garantidos pelo Fundo de Garantia à Exportação (FGE), vinculado ao Tesouro. Mas, para obter o seguro do FGE, os países precisam pagar um prêmio e oferecer garantias extras que minimizem riscos.
As quatro parcelas iniciais do financiamento do porto de Mariel foram garantidas por uma conta abastecida com receitas das exportações cubanas de tabaco, que somam hoje US$ 230 milhões por ano. O Cofig já havia aprovado sistema semelhante para Angola, mas com petróleo.
Para a última parcela, como o lastro do tabaco era insuficiente, o Brasil aceitou como garantia as futuras receitas do porto, o que parecia muito arriscado para os técnicos por causa das dúvidas sobre a viabilidade de Mariel.
Estudo de uma empresa britânica indicava que o porto só seria lucrativo com o fim do embargo dos Estados Unidos, que impede os navios que param em Cuba de atracar nos EUA por seis meses.
Os técnicos do Cofig exigiram que fosse feito um novo estudo, que apontou que o projeto só seria lucrativo se o porto de Havana fosse fechado, e sua movimentação, transferida para Mariel.
Apesar das restrições dos técnicos, o Brasil aceitou as garantias de Cuba. Inaugurado em 2014 por Dilma e Raúl Castro, o porto teve um início promissor, mas hoje opera com 40% de sua capacidade.
Sua viabilidade segue indefinida, principalmente após a eleição de Donald Trump para a Presidência dos EUA, que colocou em dúvida o fim do embargo americano.
OUTRO LADO
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que recebeu recursos da Odebrecht e de outras empresas como remuneração por palestras que fez depois de deixar o governo, mas negou por meio da assessoria de imprensa do Instituto Lula que tenha recebido para defender os interesses da empresa em Cuba.
Como Lula tem reiterado desde que se tornou alvo das investigações da Operação Lava Jato, o Instituto Lula afirmou que as palestras são a única atividade remunerada do ex-presidente desde que entregou o cargo a Dilma Rousseff, em janeiro de 2011.
Editoria de Arte/Folhapress
Empréstimos aprovados pelo BNDES para Cuba
Empréstimos aprovados pelo BNDES para Cuba
Editoria de Arte/Folhapress
financiamentos para projetos da Odebrecht
financiamentos para projetos da Odebrecht
Ele confirmou ter feito uma palestra em Cuba no dia 26 de fevereiro de 2014 –"mais de três anos depois de deixar a Presidência da República"– e informou que recebeu por ela o mesmo valor de referência das demais 72 palestras que realizou entre 2011 e 2015 para mais de 40 empresas.
Questionado pela Folha sobre os motivos que o levaram a ignorar a recomendação dos técnicos do governo e aceitar garantias consideradas frágeis para os empréstimos cubanos, Lula não respondeu. Também não quis discutir se a amizade com Fidel e Raúl Castro influenciou a decisão de dar aval aos empréstimos destinados a Cuba.
O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) informou que, dos US$ 980 milhões liberados para Cuba nos últimos anos, foram desembolsados US$ 775 milhões de 2009 a 2016, beneficiando 25 exportadores brasileiros.
O banco estatal afirmou ainda que o Fundo de Garantia à Exportação (FGE), desde sua criação, já arrecadou US$ 1,2 bilhão em prêmios pagos por diversos países para utilização do seguro que ele oferece às operações contratadas pelo BNDES.
Já as indenizações pagas pelo FGE ao Tesouro por causa de inadimplência dos importadores ficaram em apenas US$ 36,5 milhões, sendo que US$ 18,9 milhões foram recuperados posteriormente. O banco não disponibilizou dados específicos para Cuba.
Procurados, o Ministério da Fazenda e o Tesouro Nacional não responderam às perguntas da reportagem.
A Odebrecht, que no ano passado fechou acordo com o Ministério Público Federal para colaborar com a Operação Lava Jato, preferiu não dar entrevista, argumentando que os contratos eram fechados pelos governos do Brasil e de Cuba e que a empresa era só interveniente.
A assessoria de Dilma também não se manifestou. 

quarta-feira, 1 de março de 2017

Desemprego afeta mais mulheres do que homens no Brasil, segundo o IBGE.

Desemprego afeta mais mulheres do que homens no Brasil, segundo o IBGE

Para elas, a desocupação é de 13,8%, enquanto a média para o sexo masculino atinge 10,7%, segundo o IBGE. Especialistas explicam que empregadores evitam contratá-las, mesmo com formação melhor, pela tendência de se dedicarem à família

 
    

 postado em 01/03/2017 06:05 / atualizado em 01/03/2017 07:33


Antonio Cunha/CB/D.A Press


Diante da crise econômica que assola o país, o desemprego afeta quase todas das famílias. Há, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), um contingente de 24,3 milhões de pessoas desempregadas ou subutilizadas. Mas as trabalhadoras foram ainda mais prejudicadas. De acordo com a Pnad, as diferenças foram significativas na taxa de desocupação entre homens (10,7%) e mulheres (13,8%) no 4º trimestre de 2016.

Na prática, por mais que se tente negar, ainda persiste o ranço do machismo: as mulheres são vistas, de modo geral, como pessoas que podem dar preferência aos cuidados com a família e deixar o empregador em segundo plano em situações de emergência. Além disso, há a tensão pré-menstrual (TPM), período cíclico mensal de fortes sintomas psíquicos e físicos, como irritabilidade, cansaço e inchaço abdominal.

Para Jason Vieira, economista-chefe da Infinity Asset, a discriminação corporativa pode ser sutil, mas é inegável. “Uma parcela dos contratantes está convencida de que precisa de um robô disponível em tempo integral, sem relação com família ou com a vida real”, diz. Ele nota que empresários de algumas companhias passaram a preferir contratar homossexuais masculinos. “É um grupo normalmente com alta escolarização, grande competência e frequentemente sem grandes compromissos familiares, na análise desses especialistas em recursos humanos”, afirma.

Jayla Mendonça Castro, 22 anos, conhece bem a dificuldade para conseguir uma vaga. Há dois anos desempregada, não parou de entregar currículo desde então. Trabalhando em uma farmácia, recebia R$ 1,2 mil por mês, incluindo gorjetas e adicionais. “Depois, os clientes foram rareando e a salário total caiu para R$ 700”, relata. Com nível médio completo, a ex-balconista fez um pouco de tudo desde que perdeu o emprego: trabalhou em bares e restaurantes, atuou como babá e distribuiu panfletos — função na qual ganha R$ 50 por dia. “Nem no fim do ano consegui vaga no comércio. Só agora, no início de 2017, trabalhei uma semana em uma loja”, destaca.

Estreante


Já Helena Leal, 37, está entrando pela primeira vez no mercado de trabalho. Com três filhos, de 10 a 20 anos, ela vivia da pensão do ex-marido. “Mas, agora, ele também está apertado e o que paga não é mais suficiente. Apesar de tudo que ouço por aí sobre desemprego, tenho fé de que vai aparecer uma boa oportunidade. Aceito qualquer função, seja em restaurante, como garçonete ou como cozinheira, seja em salão de beleza. Sei fazer muita coisa. Deve existir alguém que precise dos serviços que posso oferecer”, assinala.

Helen Cristine Teixeira Silva, 25, desistiu do Brasil. Seu noivo é belga e mora em Londres, no Reino Unido. Ela vai se casar e tentar a vida por lá. “Meu último emprego durou um mês. Foi em telemarketing, com salário de R$ 1 mil. Pedi as contas e vou morar fora. Quero melhorar de vida”, conta. Ela é formada em História, mas não consegue atuar em sua profissão. Uma vez instalada no exterior, pretende também estudar. “Vou fazer o mestrado, estudar línguas, me adaptar à cultura e, depois de familiarizada com os hábitos, procurar oportunidades na minha área”, assinala.

Paradoxalmente, elas têm maior nível de escolarização na média, o que deveria favorecer o acesso ao mercado de trabalho. As pesquisas apontam que, enquanto 61,2% das trabalhadoras têm 11 anos ou mais de estudo, ou seja, pelo menos o ensino médio completo, para os homens este percentual era de 53,2%. Destaca-se ainda que a parcela de mulheres ocupadas com curso de nível superior completo, de 19,6%, é maior que do que o dos homens, de 14,2%. Ao contrário, aposentadoria formal delas está mais distante que a deles. O percentual de mulheres contribuintes para a Previdência (64,7%) era inferior ao de homens (68,5%). Somente o grupo da administração pública tinha o maior percentual de mulheres contribuintes (86,7%).

No recorte racial, a discrepância no mercado de trabalho também é forte. As situações de precariedade vão se agravando, quando são mais jovens e negras ou pardas. No estudo do IBGE, as diferenças ficam cada vez mais evidentes. Na Pnad do quarto trimestre de 2016, na desagregação por cor ou raça, dado divulgado essa semana pela primeira vez, as taxas de desocupação das pessoas de cor preta (14,4%) e parda (14,1%) ficaram acima da média nacional, enquanto a dos brancos situou-se em 9,5%.

É uma diferença que dói no bolso. De acordo com o IBGE, o rendimento médio real de todos os trabalhos, habitualmente recebido por mês, pelas pessoas de 14 anos ou mais de idade, foi estimado em R$ 2.043 mensais em dezembro. O resultado ficou estável tanto em relação ao trimestre imediatamente anterior (R$ 2.026) quanto ao mesmo trimestre de 2015 (R$ 2.033). Para pessoas da cor branca o rendimento médio foi de R$ 2.660. Para as pretas, de R$ 1.461. E, para as pardas, de R$ 1.480.

Os números de crescimento do desemprego apresentados pelo IBGE, segundo Jason Vieira, da Infinity, já eram esperados. As expectativas dos especialistas, por enquanto é de elevação dos níveis de desemprego, apesar do aumento da confiança do empresariado, principalmente após a decisão do Banco Central (BC) de baixar a Taxa Básica de Juros (Selic), de 13% para 12,25% ao ano. “O mercado de trabalho é o último a entrar na crise e também o último a sair dela”, afirma Vieira. Mas os sinais de melhora na conjuntura começam a aparecer. Ele diz que, com o aumento da confiança, as estatísticas vão revelar uma demanda maior.

“Com mais pessoas procurando, o nível de desemprego aumenta. As pesquisas levam em conta os ocupados, os desocupados e o desalento. Quando alguém que estava fora sai da inércia e começa a procurar trabalho, entra nas estatísticas como desempregado”, explica o economista-chefe da Infinity. Dependendo do rumo da política macroeconômica e se todas as reformas estruturais estiverem no caminho certo, Vieira prevê que o mercado de trabalho comece a reagir no fim do ano.

Piora


Zeina Latif, economista-chefe da XP Investimentos, concorda que o mercado de trabalho ainda não se estabilizou. “Continua a redução do emprego com carteira assinada, e o avanço da ocupação informal”, diz. Mas a luz no fim do túnel começa a aparecer com as indicações do BC, de tendência de baixa dos juros, e do governo, de controle dos gastos. “Com essas sinalizações, e se os rendimentos dos trabalhadores continuarem comportados, os empresários vão adiar suas decisões, para ver o que acontece mais à frente. Darão ao governo o benefício da dúvida. Quem estava com o dedo no gatilho para demitir, pelo menos, vai suspender as demissões”.

Para a economista, “pode parecer cruel falarmos em salários mais baixos”. Ela alerta, porém para o fato de que o  equilíbrio entre oferta e demanda é o que vai fazer com que a economia comece a reagir. “As empresas estão quebradas. Às vezes, precisam fazer uma escolha de Sofia, ou seja, escolher os empregados que vão dispensar, mesmo quando não desejam abrir mão de funcionários. Todos tivemos que ajustar o padrão de consumo. É melhor ganhar menos do que ficar sem emprego”. Por isso, ela explica, o ajuste para baixo ou pelo menos a estabilização nos rendimentos é um componente importante para que a economia volte aos trilhos.

´´Um dia triste, um bom lugar pra ler, um jornal``

                              ´´Um dia triste, um bom lugar pra ler, um jornal``


Mesmo em tempos difíceis o trabalhador brasileiro não deixa de ficar ligado com as noticias da cidade, há duas semanas o governo anunciou a liberação das contas inativas existentes do FGTS de empresas que o cidadão tenha pedido conta ou sido demitido, com isso longas filas se formam do lado de fora da Caixa Econômica. Diante da espera na fila, nada melhor do que fazer uma boa leitura sobre os diversos acontecimentos recentes na comunidade, atualmente os aplicativos como watsap e outros tem invadido os mais modernos aparelhos de celulares, e por isso as noticias chegam rapidamente, e em poucas horas as pessoas ficam sabendo de tudo que acontece no mundo da política e vários assuntos de acontecimentos que ocorrem no país todo. Especialistas afirmam que o Brasileiro lê pouco, mas acreditamos na influência da leitura, o conhecimento começa logo a fazer parte da vida de muitas pessoas, nas fotos em anexo fomentamos a leitura ao entregar os exemplares do Jornal Sol Nascente Melhor para as pessoas que estavam esperando na fila da caixa econômica no centro de ceilândia, com essas ações acreditamos ser possível para as pessoas terem noções do conhecimento sobre os principais acontecimentos na cidade e na periferia, esse é o trabalho que a mídia comunitária desempenha ao levar para as pessoas as informações sobre seus direitos, deveres, e os investimentos realizados pelo governo nas melhorias para cada região em obras de infraestrutura e saneamento básico para regiões carentes como o Sol Nascente e Por do Sol. Vale a pena levar a noticia ao cidadão que muitas vezes não tem tempo para ver televisão ou comprar um jornal da grande mídia, a mídia comunitária e ofertada gratuitamente e coloca nas mãos das pessoas as noticias em primeira mão de forma verdadeira em fatos ocorridos em cada região. O acesso ao conhecimento liberta o ser, isso é comprovado por vários pensadores que fizeram parte da história e construção da educação ´´ “Um povo educado não aceitaria as condições de miséria e desemprego como as que temos” (Florestan Fernandes).

 Ler é sonhar pela mão de outrem. Ler mal e por alto é libertarmo-nos da mão que nos conduz. A superficialidade na erudição é o melhor modo de ler bem e ser profundo (Fernando Pessoa).

O leitor que mais admiro é aquele que não chegou até a presente linha. Neste momento já interrompeu a leitura e está continuando a viagem por conta própria.
Mario Quintana. Essas algumas frases dos grandes pensadores que hoje nos dá motivação para a leitura.









A escolha certa em 2018 depende de nós.

                                  A escolha certa em 2018 depende de nós.


Ainda falta muito para mudarmos a nossa realidade, ter condições adequadas para viver é no mínimo um direito universal oferecido para as famílias no mundo, esse direito está descrito em nossa constituição, o Sol Nascente está dividido em 3 trechos e existem situações de moradias piores do que essa nos setores,isso não é invasão, e sim a desigualdade social, alguém foi morar ali porque não vê outra opção em meio ao desemprego e a falta de oportunidade para ter sua moradia própria, viver no meio do frio, exposto a chuva e sol ninguém suporta. Hoje em dia a população está mais atualizada com as informações que chegam muito rápido para as pessoas, não basta só escolher os representantes da nossa cidade, é preciso também cobrar ações que visem a melhorar as condições de vida nas áreas da saúde, moradia educação e segurança pública, uma cidade tão grande como é hoje o Sol Nascente, tem condições hoje de eleger um representante por trecho para ocupar uma cadeira no poder legislativo ou na Câmara Federal, para que isso ocorra é necessário termos representantes comprometidos com o nosso setor e de preferência que seja morador daqui. Eleger um morador representante do Sol Nascente fará da nossa cidade algo diferenciado, pois as emendas poderão vir para cá com investimentos em equipamentos públicos como escolas, creches, postos de saúde e infraestrutura para o nosso lugar. Acorda povo meu! Muitos se vendem nas eleições por dinheiro ou cargo! Mas isso custa caro e 4 anos se passam com sofrimentos,descasos e abandonos em nossa cidade. APOIO JORNAL SOL NASCENTE MELHOR.




domingo, 12 de fevereiro de 2017

Cartas sobre a mesa para a regularização do trecho 3.


Cartas sobre a mesa para a regularização do trecho 3.
      
SOL NASCENTE MELHOR.

A prefeitura comunitária do Sol Nascente trecho 3 representada por Valmir e sua diretoria reuniu-se neste domingo 12/03 com a comunidade e representantes de órgãos do governo para discutir os problemas que serão enfrentados durante o processo de regularização e implantação de toda a infraestrutura dos condomínios e chácaras no trecho 3. A reunião teve inicio com a apresentação dos participantes da mesa e logo em seguida foi dada a palavra para vários moradores e lideranças do local, o destaque das perguntas que não quis calar a boca dos moradores era a seguinte: ´´para onde iremos quando começar as retiradas das áreas que estão fora da poligonal! Teremos outra moradia? Essa é a situação de muitas famílias que estão situadas em áreas de risco e que não têm para onde ir, muitos estão cientes dos problemas que fazem parte de suas vidas, mas compraram de boa fé por ser a única opção para sair do aluguel, assim relataram a maioria para os gestores que estavam sobre a mesa representando o governo de Brasília. Em resposta, os representantes dos órgãos disseram que já esta sendo instalado o posto da CODHAB para dar inícios aos trabalhos de atendimento aos moradores Sobre as áreas passivas de ficar ou não, sobre as obras de infraestrutura, só terão inicio depois que forem aprovadas todas as licenças incluindo a do IBRAM. O recurso já tem só faltam às liberações dos órgãos que estão envolvidos trabalhando em conjunto, o processo de regularização do trecho 3 depende ainda dos estudos e os recursos liberados desde de 2011 foram de aproximadamente 220 milhões pelo governo Federal para serem investidos nos três  trechos do Sol Nascente, as obras  trecho 1 tem data mascada para agosto  deste ano para ser entregue, segundo informou o governo em uma reunião no galpão de obras do trecho 2 em 2016. O  governo informou em julho de 2016  que no trecho 3  será investido 66,3 milhões com infraestrutura e pavimentação, vamos aguardar pois muitas mudanças ainda vai acontecer até que tudo se resolva e os moradores possam enfim dormir tranquilos sem se preocupar com as derrubadas e o barulho do helicóptero da Agefis.  Participaram da reunião os arquitetos da Codehab; Verônica Almeida e Gustavo Guedes, o gerente de condomínio do Sol Nascente; Ed Lima, o Superintendente
de Licenciamento Ambiental do IBRAM; Antonio Queiroz Barreto, o chefe da Secretaria de Estado de Infraestrutura do GDF ; Rauf Vieira, o assessor de gabinete Guilherme Ferrão, representando a deputada distrital Luzia de Paula, o prefeito do trecho 3  José Valmir e Ivanete Oliveira prefeita do trecho 2, entre outras lideranças. Reportagem Mario Lima SOL NASCENTE MELHOR.


sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

ASVECOM e diretores dos Jornais Comunitários participam de homenagem à líder coreano.
Quarta 08/02 a ASVECOM e seus associados participaram de um jantar na embaixada da Coreia do Norte com o Embaixador e seus convidados. Participação do presidente da associação das mídias alternativas do DF Edvaldo Brito e demais representantes dos jornais da cidade, o subsecretário de movimentos sociais Acilino Ribeiro. O evento foi realizado em comemoração ao 75º aniversário do Nascimento do Camarada KIM JONG II, eterno líder da RPD da Coreia.
Matéria de Ana Neves (ASVECOM)
Foi realizado nesta quarta-feira (8/2), um jantar pela passagem do 75º aniversário do nascimento do eterno líder Kim Jong IL, da República Popular Democrática da Coreia. O Embaixador Kim Chol Hak, convidou diplomatas de vários países, autoridades brasileiras como a Emilia Fernandes, ex-ministra do governo Lula, ex-senadora e atual presidenta do Fórum de Mulheres do MERCOSUL, o subsecretário de Movimentos Sociais e Participação Popular, Acilino Ribeiro, Marcos Antônio Campanela (presidente do PPL), Rodrigo de Paula (SIMPROEP), Edvaldo Brito, presidente da ASVECOM, vários jornais comunitários e blogueiros, que compõem a chamada mídia alternativa do DF.
O Embaixador Kim Chok Hak, em breve discurso falou sobre a importância das relações Brasil-Coréia do Norte e do estreitamento de laços entre as duas nações, dando ênfase às comemorações em seu país de origem do aniversário do Grande Líder Kim Jong-IL, nascido em 16 de Fevereiro de 1941. Embora falecido em 2011, o Líder Supremo, também chamado pelo povo norte coreano de “Querido líder”, “Comandante Supremo”, “Nosso pai”, está presente em quase todas as esferas da vida cotidiana norte-coreana. Atualmente o país é liderado por Kim Jong-un, também chamado de “Grande Sucessor”. A gradeceu a presença de todos, fazendo um brinde para o desenvolvimento das relações de amizade e a cooperação entre Coreia e o Brasil.
estavam presentes o Exmo. Sr. Kim Chol Hak, o Embaixador Extraordinário e Plenipotenciário da República Popular Democrática da Coreia. Videos e fotos Mario Lima.